Pra não deixar passar em branco

Passei aqui só pra dar uma olhada na casa, limpar a poeira acumulada, tirar as teias de aranha e dar um alô. Não queria que o mês acabasse sem um post, o que não acontece desde abril de 2012 e eu internamente me prometi que não aconteceria mais. Quase quebrei minha auto promessa, mas consegui aparecer.

João Guilherme está bem, obrigado. Fernanda também, grazadeus. A vida tá indo, mas o tempo é escasso. Não gosto de ficar sem escrever, mas não vou ficar me lamuriando sobre como sobram obrigações e faltam tempo, ideias e disposição. Sei que o blog merece um pouco mais de atenção e que eu não tenho correspondido, mas paciência. Também não dá para ficar olhando para a tela esperando alguma ideia aparecer. Queira eu ou não, escrever leva certo tempo, dá um pouco de trabalho e eu, hoje, simplesmente, não estou podendo.

Então, a baixa frequência é o que temos para hoje. Mas como tudo na vida é passageiro, menos, evidentemente, o motorista e o trocador, uma hora isso muda, as coisas vão se assentar e eu vou voltar a conseguir escrever como sempre gostei de fazer. Talvez consiga chegar ao meu milésimo post ainda este ano – não falta muito, já passamos de 950. Se alguém quiser me ajudar com dicas de músicas para o “Bobeatus FM” eu agradeço, porque a minha criatividade musical está em baixa. Enquanto isso, vamos em frente. Como dizia Ibrahim Sued, os cães ladram e a caravana passa.

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