Operação Big Hero

O novo blockbuster da Disney/Marvel para este ano é a animação “Operação Big Hero, que estreou no último Natal. Fomos ver com João Guilherme no último final de semana e sim, este post pode ser um spoiler, por isso se você ainda não viu o filme e não quer saber nada sobre ele, pare de ler aqui.

Cartaz de "Operação Big Hero"

Cartaz de “Operação Big Hero”

O filme é ambientado em um futuro indefinido, em um cenário que mistura super heróis com robôs, Estados Unidos e Japão. Tanto que a cidade onde o filme se passa é chamada “São Frantokyo” (São Francisco + Tóquio, que em inglês é Tokyo, sacaram?), que nada mais é do que a cidade de São Francisco com toques japoneses, o que se justifica pela americanização do mangá que deu origem ao filme – eu, francamente, achei isso totalmente desnecessário para o desenvolvimento da trama.

Neste cenário futurista encontramos o menino Hiro Hamada, pré adolescente gênio da tecnologia que, por falta de interesse em alguma coisa produtiva, ocupa seu tempo com robolutas, isto é, lutas clandestinas de robôs artesanais, à moda das rinhas de galo. Ele geralmente se mete em confusão, e acaba sendo salvo pelo irmão mais velho, Tadashi, que estuda em uma das mais importantes, senão “a” mais importante universidade de tecnologia do mundo.

Um dia, Tadashi resolve levar Hiro à faculdade para tentar dar um rumo à vida do garoto. Ali o garoto conhece BayMax, um robô assistente pessoal de saúde criado por seu irmão. BayMax é gentil, educado e simpático, além de parecer um balão de festa de aniversário, o que lhe dá uma aparência fofinha que agrada em cheio as crianças.

Hiro se encanta com o que vê na visita, e decide que quer estudar lá. Para isso, porém, ele precisa criar um projeto que impressione de verdade um exigente professor. Como era de se imaginar, Hiro consegue realizar o projeto, que faz sucesso até demais, atraindo a atenção, inclusive, de uma poderosa empresa de tecnologia cujo dono é conhecido por sua falta de escrúpulos.

Como é um filme de heróis, inevitavelmente chega o momento de crise do qual surgem os líderes. É quando Hiro reúne um grupo de quatro amigos de Tadashi e, junto com BayMax, forma um improvável time de super heróis para derrotar o vilão da trama (vem daí o título original do filme, “Big Hero 6”). Nesse processo o filme apresenta várias cenas de ação (algumas forçam um pouco demais a barra da fantasia cinematográfica, mas eu estou ficando um velho chato) e mostra o amadurecimento da relação entre os integrantes do recém formado grupo de heróis, que gradativamente entende sua importância entre si e para a sociedade, além do crescente afeto entre Hiro e BayMax.

É um filme divertido, que faz rir em vários momentos, especialmente nos que envolvem o rechonchudo BayMax, com quem a plateia simpatiza de cara. João Guilherme adorou, e, claro, já me pediu o DVD do filme, quando ele for lançado. E, como em todo filme Marvel, há uma cena final depois dos créditos, mas o apressadinho do João não me deixou ver, porque assim que o filme acabou ele quis sair correndo do cinema. Por isso, se alguém quiser me contar, pode escrever nos comentários, que eu não me incomodo.

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