Cartinha para o Papai Noel

João Guilherme está em uma fase em que ele quer todos os brinquedos que aparecem nos comerciais televisão. É só começarem os comerciais que começa a cantilena: “Eu quero de Natal, vou pedir pro Papai Noel”.

Aí eu tive uma ideia: fazer com que ele escrevesse a primeira cartinha de Natal para o Bom Velhinho. perguntei se ele queria e ele topou na hora, por isso peguei um caderninho, um lápis e lá fomos nós.

Ele ainda não sabe escrever, evidentemente, mas já desenha as letras e já sabe soletrar algumas sílabas, por isso eu ditava e ele ia fazendo a parte dele; era um divertimento mas também um bom treinamento para esta fase em que ele está sendo introduzido, pouco a pouco, na alfabetização.

Se dependesse dele, todo o caderno seria preenchido com pedidos de presentes, mas dadas as limitações técnicas e econômico-financeiras, a cartinha ficou limitada a dois itens, que ele não hesitou em escolher: o tal do Nerf, que é uma pistola a elástico que dispara projéteis de espuma totalmente inofensiva (eu não sou fã de armas de brinquedo, mas esta não traz risco e correção política tem limite – não é isso que vai transformá-lo em um assassino) e Hotwheels (como ele não disse o que ele quer de Hotwheels – carros, pistas, rampas -, eu fico à vontade para escolher qualquer coisa, certo?).

Terminamos a carta e ele, super orgulhoso com o resultado, foi mostrar para a Fê, que, satisfeita, disse que ia mandar para o Papai Noel. Ele adorou, e agora pergunta todo dia quanto tempo falta para o Natal, para receber os presentes que recebeu. Haja ansiedade. Vamos ver, dia 25, se o garotão foi mesmo um bom menino.

A primeira carta para o Papai Noel

A primeira carta para o Papai Noel

2 comentários sobre “Cartinha para o Papai Noel

  1. Eu tive uma arma de brinquedo que lançava projéteis com aquelas chupetas na frente – e os projéteis grudavam na parede. Era legal. Não virei um assassino. E HotWheels eu tenho até hoje.

    Eu tive isso também, só expliquei porque certamente vai aparecer alguém que vai ler “arma de brinquedo” e querer me dar lição de moral. E eu gostava de pegar meus Hotwheels e imitar as perseguições do “CHiPs”, especialmente os acidentes. Era muito maneiro.

  2. Já eu gostava de desenhar pistas de corrida com giz no chão e promover GP’s, campeonatos mundiais… Muitos carros tinham nomes de pilotos da época, como Mansell, Senna, Alboretto, Berger, Arnoux…

    Outros tempos, eu também fazia isso. Mas me conta, o Arnoux e o Alboreto deviam fazer sucesso, né?

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