A Nike nunca se destacou pela beleza das camisas que faz para a Seleção Brasileira, e para outros times e seleções de futebol que patrocina, e ainda tem uma mania desagradável de padronizar a produção visual, mudando só as cores das peças, dependendo do pais. São célebres (pela feiúra) as camisas da Copa de 2002 ou o modelo “Bingo”, de 2005.

2005: parecia pedra de bingo
Mas dessa vez ela se superou: ontem foi apresentado o modelo 2011 da camisa da Seleção Brasileira, que traz uma inexplicável faixa verde transversal, na altura do peito, sobre o fundo amarelo. Um horror. Parece camisa de treino!

A camisa da Seleção para 2011: horrível
Segundo a empresa, a camisa conta com tecido “verde”, feito de PET reciclado de garrafas, tecnologicamente avançadíssimo, blá blá blá. Aquela baboseira de sempre pra tentar justificar o preço absurdo que vão cobrar por ela (que ela não vale mesmo, especialmente pelo futebol que quem a veste tem mostrado). Tudo besteira. O que interessa é que ela é feia, muito feia. E daqui a pouco vão inventar de colocar uma mensagem politicamente correta naquela faixa. Triste.

A camisa de 2002: feia, mas ganhou
Eu detestei, como sempre. Na verdade, as únicas camisas da Seleção que eu gostei foram as usadas nas copas de 98 e 2010, apesar da lembrança triste. Eu sou muito conservador quanto a uniformes de futebol, acho que eles têm de se manter o mais fiéis possível às suas origens, no máximo com algumas atualizações que não o afastem muito da ideia original. Caramba, a camisa amarela é tão bonita, por que essas invencionices?! Camisa da Seleção é amarela, com punhos e gola verdes (ou azul, com punhos e gola brancas)!

O modelo de 2010: bonita, mas perdeu
Eu sei que gosto não se discute (embora às vezes se lamente), mas espero que o público rejeite essa aberração e force a Nike a mudar logo o modelo. Se isso não acontecer, paciência. Eu é que não vou gastar quase 300 mangos nesse lixo.

1998: merecia melhor sorte